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A árvore, o presépio, o Pai Natal… cada tradição natalícia esconde séculos de história, lendas e costumes que viajaram pelo mundo até chegarem às celebrações de hoje. Neste artigo, descubra as origens dos símbolos que tornam o Natal uma época especial.
O Natal é muito mais do que luzes e presentes. Cada símbolo e tradição tem histórias que refletem a mistura de crenças e culturas ao longo dos séculos.
A Árvore de Natal em Portugal
A primeira árvore de Natal a ser decorada no nosso país foi um pinheiro no Palácio da Pena em 1844. O Rei D. Fernando II, de origem alemã, trouxe os costumes natalícios do seu país e instituiu a tradição em Portugal. O rei também se vestiu de São Nicolau e distribuiu presentes, reforçando o carácter festivo da data.
A partir de então, todos os anos foi decorado um abeto na sala de estar privada da Família Real, no Palácio das Necessidades. O espírito natalício era reforçado com guloseimas e distribuição de presentes. A celebração foi primeiro adotada pela nobreza e só depois alargada ao povo.
O Presépio
O presépio representa o nascimento de Jesus em Belém e inclui a manjedoura, Maria, José, pastores, Reis Magos e animais. A tradição é atribuída a São Francisco de Assis, que em 1223 organizou o primeiro presépio vivo em Itália, com o objetivo de ensinar o verdadeiro significado do Natal. Desde então, passaram a ser construídos em igrejas e lares, presépios feitos de madeira, barro ou outros materiais, com variações regionais e culturais em todo o mundo. Em algumas tradições, o Menino Jesus só é colocado no presépio na véspera de Natal.
O Pai Natal
O ponto de partida histórico do Pai Natal é São Nicolau, um bispo cristão que viveu no século IV na Turquia e que era conhecido pela sua generosidade, especialmente para com os pobres e as crianças. Durante a Idade Média, o culto a São Nicolau espalhou-se pela Europa. Na Holanda, era conhecido como
Sinterklaas, e as crianças recebiam presentes no dia 6 de dezembro (Dia de São Nicolau). Quando os imigrantes holandeses chegaram à América no século XVII, levaram essa tradição consigo. Lá, o nome Sinterklaas evoluiu para Santa Claus, que viria a tornar-se o símbolo natalício que conhecemos hoje.
O Pai Natal moderno foi moldado principalmente nos séculos XIX e XX, com várias influências:
Outras Curiosidades de Natal
As bolas que enfeitam as árvores de Natal foram criadas em 1847 por um soprador de vidro de Lauscha, na Alemanha. Surgiu quando o artesão, que não tinha dinheiro para comprar nozes e maçãs tradicionais para enfeitar a árvore, decidiu criar as suas próprias decorações em vidro.
As cores do Natal, vermelho, verde e branco vêm da simbologia cristã e das tradições antigas. O verde é símbolo da esperança, renovação e vida eterna, associado à natureza e às plantas de inverno que permanecem verdes. O vermelho simboliza o amor, a alegria e a paixão. No contexto religioso, representa o sacrifício de Jesus e o sangue derramado por ele. O branco simboliza a pureza, a paz e alegria.
Os cartões de Natal, surgiram no século XIX na Inglaterra, com ilustrações e mensagens enviadas a familiares e amigos, tornando-se rapidamente um costume popular.
Os presentes, originalmente simbolizavam os presentes dos Reis Magos a Jesus. A tradição de trocar presentes entre familiares só se consolidou na Idade Média.
Na Noruega, escondem vassouras para as bruxas não as usarem na noite de Natal.
No Japão, comer frango frito da KFC é tradição de Natal. Começou em 1974, graças a uma campanha publicitária que vendeu a ideia de que o frango era o “prato oficial” da festa.
Na Ucrânia, decoram a árvore com teias de aranha artificiais, inspirado numa lenda que associa a aranha à sorte e riqueza.
Em Caracas, na Venezuela, são fechadas ruas para que as famílias possam chegar à missa do Galo de patins ou skates.
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